quinta-feira, 26 de setembro de 2013

CD Herói, recebe indicação ao Latin Grammy


Lançado pela Paulinas-COMEP em maio deste ano, o álbum “Herói” do Ministério Adoração e Vida é um dos indicados na categoria “Melhor álbum de música cristã (Língua portuguesa)” da 14º Entrega Anual do Latin Grammy. A indicação saiu nesta última quarta-feira (26/09) em Los Angeles, anunciada através da coletiva de imprensa com o Presidente/CEO da Academia Latina da Gravação Gabriel Abaroa Jr. e pela artista Chiqui Delgado.
"Mais uma vez, é maravilhoso ver o processo da entrega do Latin GRAMMY que produz uma ampla seleção de indicados diversos e impressionantes através de múltiplos gêneros", disse Abaroa Jr. "As indicações este ano refletem verdadeiramente talentosos artistas e uma comunidade criativa excepcional que incorpora alguns dos mais altos níveis de excelência e de arte em seus respectivos campos. Com um grupo de músicos brilhantes, a transmissão do Latin GRAMMY este ano sem dúvida será memorável." (latingrammy.com)
Sobretudo o CD “Heroi”, tem a missão de evangelizar e levar as pessoas mais próximas a Deus através da música: “O Senhor teu Deus está no meio de ti como Herói Salvador” (Sofonias 3,17a). E este não é o primeiro trabalho do Ministério Adoração e Vida indicado ao Latin Grammy, na edição de 2011, o álbum “Em Santidade”, também da Paulinas-COMEP, foi indicado na mesma categoria.
A premiação desta edição do Latin Grammy será realizada no dia 21 de novembro, em Las Vegas às 20h da costa leste dos Estados Unidos.

Fonte: Portal Paulinas

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Papa Francisco - Casamento gay e aborto.


"Devemos anunciar o Evangelho em todos os caminhos, pregando a boa nova do Reino e curando, também com a nossa pregação, todo o tipo de doença e de ferida. Em Buenos Aires recebia cartas de pessoas homossexuais, que são 'feridos sociais', porque me dizem que sentem como a Igreja sempre os condenou. Mas a Igreja não quer fazer isto. Durante o voo de regresso do Rio de Janeiro disse que se uma pessoa homossexual é de boa vontade e está à procura de Deus, eu não sou ninguém para julgá-la. Dizendo isso, eu disse aquilo que diz o Catecismo. A religião tem o direito de exprimir a própria opinião para serviço das pessoas, mas Deus, na criação, tornou-nos livres: a ingerência espiritual na vida pessoal não é possível. Uma vez uma pessoa, de modo provocatório, perguntou-me se aprovava a homossexualidade. Eu, então, respondi-lhe com uma outra pergunta: 'Diz-me: Deus, quando olha para uma pessoa homossexual, aprova a sua existência com afeto ou rejeita-a, condenando-a?' É necessário sempre considerar a pessoa. Aqui entramos no mistério do homem. Na vida, Deus acompanha as pessoas e nós devemos acompanhá-las a partir da sua condição. É preciso acompanhar com misericórdia. Quando isto acontece, o Espírito Santo inspira o sacerdote a dizer a coisa mais apropriada.


Esta é também a grandeza da confissão: o fato de avaliar caso a caso e de poder discernir qual é a melhor coisa a fazer por uma pessoa que procura Deus e a sua graça. O confessionário não é uma sala de tortura, mas lugar de misericórdia, no qual o Senhor nos estimula a fazer o melhor que pudermos. Penso também na situação de uma mulher que carregou consigo um matrimônio fracassado, no qual chegou a abortar. Depois esta mulher voltou a casar e agora está serena, com cinco filhos. O aborto pesa-lhe muito e está sinceramente arrependida. Gostaria de avançar na vida cristã. O que faz o confessor?

Não podemos insistir somente sobre questões ligadas ao aborto, ao casamento homossexual e uso dos métodos contraceptivos. Isto não é possível. Eu não falei muito destas coisas e censuraram-me por isso. Mas quando se fala disto, é necessário falar num contexto. De resto, o parecer da Igreja é conhecido e eu sou filho da Igreja, mas não é necessário falar disso continuamente.

Os ensinamentos, tanto dogmáticos como morais, não são todos equivalentes. Uma pastoral missionária não está obcecada pela transmissão desarticulada de uma multiplicidade de doutrinas a impor insistentemente. O anúncio de carácter missionário concentra-se no essencial, no necessário, que é também aquilo que mais apaixona e atrai, aquilo que faz arder o coração, como aos discípulos de Emaús. Devemos, pois, encontrar um novo equilíbrio; de outro modo, mesmo o edifício moral da Igreja corre o risco de cair como um castelo de cartas, de perder a frescura e o perfume do Evangelho. A proposta evangélica deve ser mais simples, profunda, irradiante. É desta proposta que vêm depois as consequências morais”, declarou Papa Francisco, em sua última entrevista concedida há alguns dias atrás.

Papa Francisco excomunga padre pró-casamento gay.


A mídia secularista, golpista e desonesta, junto com os famigerados militantes e ativistas gays e abortistas tiveram sua alegria de curta duração: o papa é fiel e ardente defensor da moral tradicional.
Por causa de todas as polêmicas manchetes da semana passada, dizendo que o Papa queria esquecer essa bobagem sobre o aborto e gays, dava até pra imaginar que uma Germaine Greer tinha sido eleita para governar a Igreja Católica. Na verdade, o que o Papa estava a dizer era que ele queria que a Igreja falasse mais sobre o que é para do que o que é contra. Mas isso não significa que não vai ainda ser contra essas coisas que contradizem os seus ensinamentos e tradições.
Basta perguntar a Greg Reynolds, de Melbourne – um padre que foi destituído e excomungado por causa de suas opiniões radicais sobre mulheres no clero e “casamento” gay. Do Australia’s The Age::
O documento de excomunhão – escrito em latim e não dando o motivo – e de 31 de maio, o que significa que está sob a autoridade do papa Francisco, que ganhou as manchetes na quinta-feira pedindo uma Igreja menos obcecada por regras.
O documento pode não dar nenhuma razão explícita, mas a razão é implícita e bem compreendida: Reynolds ofendeu a Igreja Mãe com sua política. É interessante notar que o ex-padre diz ao The Age que ele “queria a mesma coisa que o papa”, que é “incentivar a reforma e clara necessidade de renovação na Igreja”. Com isso percebi que Reynolds, como muitos liberais, incompreenderam as palavras de Francisco. A reforma estrutural é claramente necessária para evitar futuros horrores como o escândalo de abuso infantil, e a renovação é algo que os cristãos sempre desejam. Mas Reynolds queria descartar a doutrina católica – algo que Francisco nunca faria, porque ele é, apesar dos maiores desejos de tantas pessoas nos meios de comunicação, um católico. Seu tratamento contra Reynolds prova que ele está imbatível.
















Fonte: Bíblia Católica News

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Pastor com 172 tatuagens do Iron Maiden participa do Rock in Rio

Ele acredita que é possível diferenciar a cultura da religião
Uma reportagem especial do G1 sobre o Rock in Rio mostrou a história de Marcos Motolo, de São Paulo, o homem que tem 172 tatuagens da banda Iron Maiden espalhadas pelo corpo. A matéria fica mais curiosa quando descobrimos que Marcos é pastor evangélico e fã da banda desde quando tinha 7 anos de idade.
Marcos não nasceu em lar evangélico e passou boa parte de sua vida sendo um grande fã da banda de rock, indo aos shows, tatuando o mascote Eddie e até mesmo dando ao seu filho o nome do baixista do grupo Steve Harris.
“Me transformei em pastor em 2005, quando tive uma visão de uma bola de fogo com o sol de meio-dia. Eu era ateu e, a partir daí, passei a pregar a palavra de Deus”, conta Motolo.

O pastor estava no Rock in Rio para ver de perto o show da banda e ainda tentaria receber dos músicos o certificado recebido pelo Ranking Brasil como o homem com mais tatuagens sobre o Iron Maiden.


















Motolo é tão fã do grupo que participou do documentário “Fligth 666″ que já foi visto em mais de 200 países do mundo. Em 2009 ele concedeu uma entrevista ao G1 dizendo que não vê problemas em ser fã de uma banda secular, desde que a pessoa saiba diferenciar a cultura da religião.
“Se a pessoa souber curtir o heavy metal ou qualquer coisa, pode ser até funk ou futebol, sem se envolver em coisas que destruam sua saúde, é bom”, disse ele na época.
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Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/pastor-tatuagens-iron-maiden-rock-in-rio/ #MudeSuaMente

Protesto de Dom Henrique Soares: Rock in Rio, exaltação a Satanás















No Rock in Rio, exaltação a Satanás e escárnio aos símbolos cristãos católicos.
Eis a nossa civilização!

Ali não é lugar para os discípulos de Cristo…
Num contexto desses, ir ali é o mesmo que sacrificar aos ídolos!

Se alguém tem amor ao Senhor e à Sua Igreja,
Sentiu-se triste e indignado…
Não dá para fazer de conta que é brincadeirinha,
que não é grave,
Que não é realmente satânico!
Simplesmente, não se pode servir a dois senhores!
Não se pode blasfemar o Senhor, apostatá-lo e ainda se pensar cristão!
Onde chegamos: o mal é exaltado, o bem é envergonhado!

Sei que nem todos os que se apresentaram no Rock in Rio têm esses sentimentos.
Mas, os organizadores do evento, que sabem muito bem quem é quem no mundo do Rock, tinham a obrigação de não permitir que coisas do gênero ocorressem!
Não aprecio moralismos ou cruzadas, mas também, como cristão, como católico, como Bispo, não posso ficar calado ante um ato desrespeitoso para com os cristãos, ofensivo para com os católicos e blasfemo contra o Senhor Deus!

Eu sou cristão! Eu creio em Deus!
Para mim, Deus não é uma ideia, uma bandeira, uma brincadeira!
Ele É! Ele é Santo! Ele é o Sentido de tudo!
Brincar com Ele, é brincar com a vida, com a humanidade, com o sentido mesmo de nossa existência!
Quem não crê, tem meu irrestrito respeito e minha sincera e cordial estima!
Mas, não se pode banalizar a fé de ninguém, não se pode aviltar o que é sagrado! Isso é destruir os fundamentos mesmos da humanidade e da convivência entre pessoas e povos!
Por isso minha palavra e meu protesto e de indignação!

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Fonte: Bíblia Católica News

Entrevista de Bono Vox surtiu comentários.

O músico Bono Vox, da banda irlandesa U2, parafraseou o autor inglês C.S. Lewis, durante uma entrevista, ao dizer que Jesus Cristo ou era Filho de Deus, ou era louco.
“Quando as pessoas dizem que ele era um bom mestre, um profeta ou um tipo muito porreiro… Não era assim que Jesus se descrevia. Por isso temos de enfrentar este desafio. Ou Jesus era quem dizia que era, ou então era completamente louco”.
Confrontado com estas duas hipóteses, o vocalista, um dos mais populares do planeta, não hesita: “Eu acredito que Jesus era filho de Deus. Compreendo que para algumas pessoas isso possa parecer ridículo, e temos de respeitar muito essas pessoas”, insistiu.
As declarações foram feitas durante uma entrevista, nos Estados Unidos, com o director-geral da organização Focus on the Family, uma organização cristã. A entrevista foi transmitida num programa de rádio.

Salmos poderosos

Bono aproveitou para falar também da Bíblia em termos musicais. “Davi era músico, por isso é claro que gosto dele. O que os salmos têm de poderoso é que para além de serem ‘gospel’ e cânticos de adoração, são também ‘blues’. É muito importante os cristãos serem honestos com Deus. Normalmente Deus está muito mais interessado em quem nós somos do que em quem gostaríamos de ser”.
Quanto a Jesus, o artista recorre à passagem no capítulo 9º do Evangelho de Lucas, em que Jesus diz a um homem para não esperar para sepultar o seu pai, mas para O seguir imediatamente. “Parece-me uma atitude punk rock. Ele viu diretamente o coração daquele homem. Percebeu que ele não o ia seguir, que era só fachada. Temos de ser mais extremos, não procurar tanto os sinais exteriores de retidão. Ver as ações”.
Bono nasceu na Irlanda, filho de pai católico e mãe protestante. O cantor foi educado na Igreja da Irlanda, ramo da Igreja Anglicana. Todos os membros dos U2 são cristãos e a banda, no seu início era considerada do gênero da música cristã contemporânea. Apesar do seu enorme sucesso, sendo hoje uma das mais famosas e populares do mundo, os membros nunca perderam as suas referências cristãs e várias das suas músicas têm mensagens nesse sentido.
Fonte: RR (Pátio dos Gentios)

domingo, 22 de setembro de 2013

O silêncio de Maria

Foi duro o silêncio de Maria. Ter algo a dizer e não poder fazê-lo, não porque não houvesse o que dizer, mas porque jamais seria compreendida!...
Por mais que José fosse seu noivo. Como iria compreender que a mulher com quem prometera se casar estava grávida, mas não houvera traição? Não compreenderia, como não compreendeu. E Maria não disse nada. Rezou e esperou...
Não foi um silêncio fácil, nem para ela e nem para José. Agora, de longe, parece tudo muito santo e muito bonito. Lá, naqueles dias de silêncio, foi um tormento doloroso para os dois. Para ele, porque tudo apontava para a infidelidade, por mais que amasse Maria e quisesse crer na pureza dela. Para ela, porque, mais que explicasse, não faria - se compreendida. Os evangelhos deixam isso muito claro.
Ninguém de nós compreende aquele silêncio, a não ser que passe pela experiência de ter que ficar quieto, calar-se, não poder falar, porque o falar implicaria em maior sofrimento para nós e para outros.


É duro o silêncio de quem não pode falar, nem mesmo para explicar. Milhões de pessoas tiveram que ficar quietas ao ponto do martírio, porque o falar implicaria em dor para os outros. Milhões conhecem a tortura do silêncio. Se pudessem falar, explicariam tudo. Mas não podem, porque o falar significa machucar alguém que não resistiria. É assim o silêncio dos psicólogos, de leigos envolvidos com casos delicados de droga ou desvios graves de comportamento; é assim o silêncio de padres e religiosas; é assim o silêncio de pessoas de fé que, quanto mais se calam, mais parecem consentir e mais razão parecem dar aos boatos que parecem fatos.

Não sabe o que é o martírio aquele que não teve que engolir em seco sua verdade. Uma palavra o defenderia, mas ela não pôde ser dita. E os amigos vão rareando. As pessoas acham que onde há fumaça, há fogo. Quem punha a mão no fogo, já não põe mais. Por mais solidários que se mostrem, uma pontinha de dúvida fica. O difamado ou caluniado nunca tem defesa. Por mais inocente que seja, não há o que dizer, nem adianta dizer, porque onde foi o boato, não vai o fato.




















Maria fez o certo. Calou-se e deixou tudo nas mãos de Deus. "Seja como Deus quiser!" E mais, não disse!


Quando tivermos que guardar algum enorme silêncio, porque dizer faria bem a nós, mas faria mal a outros, guardemos silêncio. O Deus que pôs a luz no ventre de Maria, também a pôs na cabeça de José. É rezar, pedir luzes e assumir a cruz. Afinal, nenhuma palavra faz sentido sem o silêncio que a acompanha. Nós, cristãos, deveríamos entender este mistério. Deus é comunicação, mas o que Ele mais faz é silêncio. E todos os que disseram alguma coisa de útil em nome Dele, precisaram primeiro entender este silêncio.



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Texto na íntegra:

http://www.santissimavirgemaria.com.br/o_silencio_que_machuca.html